Segundo a fonte, os jornalistas mortos são Al Shuaib, do canal Al Manar, afiliado ao Hezbollah, e Fátima Fatuni, do canal Al Mayadeen, considerado próximo ao movimento pró-iraniano, além do irmão desta, que era cinegrafista.
Os canais Al Mayadeen e Al Manar confirmaram as mortes dos jornalistas.
O número de mortos no Líbano desde o início do conflito entre Israel e Hezbollah, em 2 de março, subiu para 1.189, após a confirmação de 47 mortes nas últimas 24 horas, segundo o Ministério da Saúde local, em meio à intensificação dos bombardeios no sul do país. O total de feridos chega a 3.427.
Os ataques voltaram a atingir profissionais de saúde também. Segundo autoridades libanesas, nove paramédicos morreram em ações recentes, elevando para 51 o número de trabalhadores da saúde mortos desde o início da ofensiva. Nove hospitais foram atingidos e cinco deixaram de operar, o que amplia a pressão sobre o sistema de atendimento nas áreas mais afetadas.
No plano militar, Israel afirmou ter atingido mais de 1.000 instalações ligadas à produção de armamentos no Irã, incluindo estruturas associadas ao programa nuclear, em uma tentativa de reduzir a capacidade ofensiva do país.
Ainda neste sábado, autoridades do Paquistão informaram que o Irã concordou em permitir a passagem adicional de navios paquistaneses pelo Estreito de Ormuz, rota estratégica para o comércio global de petróleo. Segundo o ministro das Relações Exteriores paquistanês, Ishaq Dar, dois navios por dia poderão atravessar a via, em um gesto classificado como passo relevante para a redução das tensões na região. Fonte: Associated Press
*AFP e Estadão Conteúdo





