O Congresso nacional abriu nesta segunda-feira (2), os trabalhos do ano legislativo. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) foi o primeiro a falar. Alcolumbre começou destacando o significado histórico da sessão de abertura desse ano, já que faz 200 anos da criação do Congresso.
Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, falou depois da mensagem do presidente e do STF. Chamou as aprovações da reforma tributaria e medidas de proteção de crianças na internet como vitórias do Congresso.
Motta disse que a PEC da segurança pública deve ser tema depois do carnaval. Também prometeu agilidade na análise do acordo Mercosul-União Europeia, e a PEC 6×1. Reforçou também que a MP Gás do Povo deve ser votada nesta segunda.
O Ministro da Casa Civil Rui Costa entregou a mensagem do presidente Lula o Congresso. Lida pelo deputado do PT, Carlos Veras, o texto disse que 2025 foi um ano que começou com ceticismo, mas que ao fim o “Brasil estava mais forte do que nunca.”
Seguiu fazendo um balanço do governo no ano passado, com destaques para as operações contra o crime organizado, tarifaço e queda no preço do dólar.
“Nosso próximo desafio é o fim da escala 6×1”, continuou falando sobre o ano de 2026. Também colocou como meta a regulamentação dos trabalhadores por aplicativo.
Afirmou que espera que o parlamento ajude em formular leis para combater o feminicídio e crimes contra a mulher.
Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) passou a falar em seguida. Defendeu que as instituições devem ser estáveis, éticas, previsíveis, para que a democracia.
Acolumbre finalizou a cerimônia afirmando que o papel do Congresso não é aumentar conflitos, mas ajudar a resolvê-los.





