Moraes cobra defesa de Bolsonaro por informação de seguranças


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), cobrou nesta segunda-feira (30) informações sobre a equipe de segurança do ex-presidente Jair Bolsonaro. O magistrado pediu que a defesa do capitão da reserva indique os profissionais que integram o Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

No despacho, o ministro destacou que, quando autorizou a prisão domiciliar temporária de Bolsonaro, determinou que a defesa do ex-chefe do Executivo informasse o nome dos advogados que fariam as visitas ao capitão da reserva, dos responsáveis pelo acompanhamento médico e de funcionários que trabalham na residência. Nesta segunda-feira (30), segundo Moraes, foi protocolada uma lista complementar de profissionais da equipe de segurança.

Prisão domiciliar temporária

Na terça-feira (24), o ministro acatou o pedido da defesa de Bolsonaro e determinou a ida para casa por 90 dias a contar do dia da alta médica. A decisão foi antecipada pela Jovem Pan. Aliados do ex-presidente consideravam a medida “sacramentada” após a manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República (PGR).

“O ambiente domiciliar é o mais indicado para preservação de sua saúde, uma vez que, conforme literatura médica, devido às condições mais frágeis do sistema imunológico de idosos, o processo de recuperação total de pneumonia nos dois pulmões, com retorno da força, fôlego e disposição, pode durar entre 45 (quarenta e cinco) e 90 (noventa) dias, com ambiente controlado”, disse Moraes no despacho.

Internação de Bolsonaro

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