Na entrevista, ele nega qualquer ligação com a facção Primeiro Comando da Capital (PCC) ou atos criminosos: “Não sou bandido, não sou criminoso, não sou faccionado, não faço parte do PCC, só quero cantar”. O artista foi solto na quarta-feira (13), por meio de um habeas corpus, após passar 28 dias preso.
“Eu não lavo dinheiro para ninguém, não faço nada para ninguém. (…) Se Deus quiser, vou provar minha inocência ao Brasil”, disse, em outro momento.
Além do artista, também estão sendo investigados o MC Poze do Rodo, Rafael Souza Oliveira – dono da Choquei –, Chrys Dias e sua esposa, Débora Paixão. O padrasto do MC Ryan SP, Eduardo Magrini, conhecido como “Diabo Loiro”, também foi alvo de investigações por envolvimento em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC.





